A DIVERSIDADE É O DESTINO

Considerações psicanalíticas sobre o conceito de gênero à luz das novas apresentações da sexualidade e da parentalidade, nas quais é questionada a linearidade sexo-gênero-prática sexual em consonância com a afirmativa de Freud (1925) de que a masculinidade e a feminilidade puras não passam de construções teóricas de conteúdo incerto: resultam, conforme a hipótese de Butler (1990), de um discurso hegemônico respaldado pela cultura, pela religião e pela ciência, em prejuízo do reconhecimento das diferenças que, no mundo contemporâneo, conferem ao amor a sua maior expressão nos relacionamentos de todos os níveis.  

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